Voltar para a Home
INFOMONEY
18 de dezembro de 2025

CMN muda regras de aplicações de recursos dos Regimes Próprios de Previdência Social

CMN muda regras de aplicações de recursos dos Regimes Próprios de Previdência Social O objetivo da resolução, segundo o Ministério da Fazenda, é assegurar o pagamento de benefícios aos serv...

CMN muda regras de aplicações de recursos dos Regimes Próprios de Previdência Social
Créditos: INFOMONEY

CMN muda regras de aplicações de recursos dos Regimes Próprios de Previdência Social

O objetivo da resolução, segundo o Ministério da Fazenda, é assegurar o pagamento de benefícios aos servidores

Estadão Conteúdo

Prédio do Ministério da Fazenda em Brasília
14/02/2023
REUTERS/Adriano Machado
Prédio do Ministério da Fazenda em Brasília 14/02/2023 REUTERS/Adriano Machado

Publicidade

O Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou nesta quinta-feira, 18, as regras de aplicação dos recursos dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) da União, Estados, Distrito Federal e municípios. O objetivo da resolução número 5.272, segundo o Ministério da Fazenda, é assegurar o pagamento de benefícios aos servidores.

“Considerando que esses regimes administram aproximadamente R$ 365 bilhões em investimentos, a regra busca promover maior eficiência e segurança na gestão das aplicações dos RPPS, incentivando boas práticas de governança e conferindo maior proteção a seus beneficiários”, diz a Fazenda, em nota.

A nova norma substitui a resolução 4.963, vigente até agora. O CMN instituiu uma vinculação de limites de alocação aos níveis de certificação Pró-Gestão RPPS, que atestam a qualidade da governança e educação previdenciária de cada regime. Na prática, o acesso a ativos de maior risco fica vinculado ao grau de maturidade institucional de cada RPPS.

A regra também define órgãos como comitê de investimento e conselho fiscal e cria a exigência de responsável técnico qualificado. Além disso, amplia a transparência quanto às remunerações e veda expressamente determinados tipos de investimento. Também determina que a gestão dos RPPs considere aspectos relativos à sustentabilidade social e ambiental.

A resolução entra em vigor no dia 2 de fevereiro.